terça-feira, 7 de setembro de 2010
Cursilho 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
como surgiu o Movimento de Cursilhos de Cristandade
Participando de peregrinações promovidas pela JACE a destacados Santuários nacionais e, especialmente da preparação e realização da grande Peregrinação levando 80.000 jovens a Santiago de Compostela, em agosto de 1948, intuíram eles a “obra dos Cursilhos”. Aqueles “cursillos” ou pequenos cursos preparatórios à peregrinação, ministrados a milhares de jovens por toda a Espanha, durante vários anos, poderiam continuar a ser desenvolvidos, agora com outro direcionamento.
O método característico do Movimento surgiu do seu cunho vivencial, testemunhal, simples, honesto e transparente, ainda que o entusiasmo daí resultante pudesse tocar, de preferência, na emotividade das pessoas, o que não deixava de ser sumamente oportuno.
Como projeto e iniciativa da JACE, a “obra dos Cursilhos” expandiu-se por quase todas as dioceses da Espanha, embora contasse, também, com muitos adversários tanto no seio da própria Ação Católica como até da hierarquia.
Procurava-se explicar que o termo “cristandade” não tencionava caracterizar uma volta à Igreja medieval. Tratava-se, porém, de uma tentativa de fazer com que o mundo, “de costas para Deus”, como se dizia, se transformasse “em cristão”, pela ação de uma “cristandade”.
No Brasil, foi o espírito apostólico de alguns sacerdotes e leigos da Missão Católica Espanhola, então em franca atividade, que fez com que na Semana Santa de 1962, acontecesse na cidade de Valinhos/SP, o primeiro Cursilho de Cristandade. Favorecido pelo clima pastoral de toda a Igreja que era de renovação e de grandes esperanças. Muito fervor foi reacendido, muitos apóstolos suscitados, muita ação pastoral, sobretudo intra-eclesial, foi motivada. Nesse contexto, começava a ser implementado, com entusiasmo, o Plano de Pastoral de Emergência, sugerido pelo Papa João XXIII ao Episcopado brasileiro (quatro anos depois o PPE seria substituído pelo Plano de Pastoral de Conjunto - PPC).
Iniciativas pastorais as mais variadas e alguns movimentos de renovação ("O Mundo Melhor" p. ex.) eram acolhidos por quase todas as Dioceses e Paróquias do Brasil. Nesse contexto, o Movimento de Cursilhos encontrou terreno preparado para uma notável expansão, ainda que profundamente marcado por suas origens e suas características.
Destarte, pode-se afirmar, que o MCC no Brasil, sempre se distinguiu por seu espírito renovador, incentivado, entre outros, pela extraordinária e dinâmica figura de sacerdote e apóstolo, Pe. Cañalles, tragicamente falecido aos 45 anos de idade. Surgiram no seio do Movimento lideranças respeitáveis e respeitadas no mundo dos Cursilhos, que levaram a inúmeros Encontros Mundiais, Continentais e Nacionais reflexões, sugestões e experiências que influenciaram substancialmente o seu desenvolvimento e progresso em todos aqueles níveis. Ali o MCC do Brasil deixou marcas profundas de sua atuação, embora nem sempre tenha sido tranqüila, ontem como hoje, a aceitação de suas propostas em algumas instâncias internacionais do Movimento.
Num outro momento significativo de sua história, o MCC do Brasil, ao desenvolver sua maturidade pastoral e uma mais comprometida sintonia eclesial com a Pastoral de Conjunto, questionado pelo acontecimento de Puebla, em sua Assembléia Nacional de 1979, assumiu "integral e incondicionalmente o espírito e as diretrizes do Documento de Puebla na sua totalidade". Essa decisão fez suscitou uma revisão ainda mais prtofunda em termos de Pré-Cursillo e de Cursilho, mas, sobretudo, de Pós-Cursilho. Por mais de dez anos, e orientado pelo trabaho de Pós-Cursilho apresentado no V Encontro Interamericano de Santo Domingo (1980), o MCC do Brasil esteve empenhado na implementação de um Pós-Cursilho em comunhão ativa e efetiva com as Diretrizes Pastorais da Igreja no Brasil e com as orientações de Puebla.
Atualmente, o MCC procura se ajustar as diretrizes consignadas no “Documento de Aparecida”, aprovado pelo Papa Bento XVI no dia 29 de junho de 2007, dividido em três partes, que retratam: a vida dos nossos povos hoje, a vida de Jesus Cristo nos discípulos missionários, tendência natural nos cristão comprometidos, e a vida de Jesus para os nossos povos.
O MCC EM DELMIRO GOUVEIA
Os delmirenses, descobrimos o MCC através da aceitação de xxxxxxxxxxxx, o qual, após o seu sim, participou do Cursilho de três dias realizado na cidade de xxxxxxxxxxx, em xx/xx/xxxx, e com seu testemunho vivencial, acabou atraindo xxxxxxxxxxxxxxxxx, os quais abraçaram o desafio de disseminar essa nova filosofia de evangelização, que atualmente consta com um grupo formado de xxxxxxxxxxxxx cristãos que passaram pela experiência do encontro com Cristo, estando a grande maioria, comprometida com a promessa de implantação do reino de Deus até os confins da terra.